quinta-feira, novembro 13

QUANDO UM PRESSENTIMENTO NÃO É UMA FUGA??


Vc já fugiu de uma situação desafiante através da justificativa de um pressentimento? Pressentiu que "não era para viver" determinada situação? Mas, depois, olhando com mais sinceridade, comprovou que tal pressentimento era uma explicação para sua vontade de fugir daquela experiência?

Pois é... Quando um pressentimento não é uma fuga? E quando é?

Até bem pouco tempo, eu considerava bastante sutil o limite entre um pressentimento "verdadeiro" de que não era para viver determinada experiência e uma racionalização de minha fuga.

Porém, há cerca de um mês, diante de certos episódios, observei alguns detalhes importantes sobre esse limite PRESSENTIMENTO X FUGA. Compartilho agora com vcs.

30 dias atrás, eu estava determinado a saber a diferença entre PRESSENTIMENTO DE QUE NÃO É A HORA DE VIVER DETERMINADA EXPERIÊNCIA AINDA ou FUGA DE ALGO (da experiência "pressentida" ).

Então enxerguei com muita clareza isto:

A gente percebe que NÃO É O MOMENTO de viver determinada situação porque, no fundo, ainda não nos sentimos preparados, conscientes, maduros e determinados o suficiente para vivenciá-la.

O momento certo, realmente, é a gente que faz. Tudo bem que, em determinadas fases, pode existir o "suporte" da qualidade do momento (época apropriada) para vivermos uma situação.

Porém, o que importa mesmo é nós querermos passar por esse processo trabalhoso (no sentido de investirmos nossa energia), através do qual procuraremos desenvolver a estrutura interna e as aptidões condizentes com a situação que pretendemos viver.

Desenvolver nossos valores e procurar a abundância financeira, compreendendo nossa maneira de lidar com o dinheiro, é um processo a ser vivido em qualquer fase. No entanto, numa fase em que Júpiter transita por nossa Casa 2 (ou um Ano Pessoal 8), por exemplo, podemos encontrar mais "facilidade" (suporte) para este fim.

Em qualquer idade, podemos tomar consciência de nossa Sombra e procurar integrá-la conscientemente. Porém, em certas fases, esse trabalho com a Sombra é "facilitado. "

Então, no fundo, temos a liberdade de sempre investirmos nossa energia em áreas, aptidões, compreensões e experiências que quisermos. Mas os ciclos que vivemos mostrará COMO (com que colorido) faremos tais investimentos. E se, dentro deste colorido, haverá "suporte" ou "mais dificuldade" nesse processo.

Não precisamos, por exemplo, esperar um Ano Pessoal 7 para mergulharmos em nós mesmos. Mas, num Ano Pessoal 7, esse mergulho está "facilitado. "

Desse modo, quando pressentimos que não é o momento apropriado de vivermos determinada experiência, por mais que seja um pressentimento baseado em medo/fuga, ele é correto. Porque ele revela que não nos sentimos preparados para a vivência de tal situação. E que o momento talvez não nos dê "suporte", caso queiramos investir nossa energia em tal experiência.

Embora, se realmente quisermos viver tal situação, temos plenas condições de assim fazermos - apesar de ser mais trabalhoso desenvolvermos as aptidões e a estrutura interna essenciais para essa experiência.

Yubertson Miranda - Astrólogo, Numerólogo e Tarólogo
Formado em Filosofia pela PUC/MG e Simbologista

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3 comentários:

Anônimo disse...

Non capisco nulla di ciò che hai scritto ma ti mando un ciao da Padova
Gianpi

Vera Vilela disse...

Gianpi,
ma io capito vostro affetto

Bacio de Bauru, São Paulo

la amica Vera

Ana Maria disse...

texto interessante, meio confuso, mas nos faz pensar...