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segunda-feira, outubro 29
A MENINA E A LUZ
A MENINA E A LUZ
Vera Vilela
A menina passava sempre por ali – naquelas horas.
Já noite, escuro!
Numa noite dessas quaisquer o caminho se modificou, uma luz se acendeu no beiral do casarão abandonado e ela sorriu.
No dia seguinte, já esquecida do episódio, ela por ali passou e novamente a luz se acendeu. Parou, admirou, e sorriu. A luz piscou, estranha e curiosamente.
Continuou seu caminho feliz, pensando naquele encantamento de luz.
Durante vários dias ela brincou com a luz que, se acendia automaticamente naquela antes velha, triste e abandonada casa.
Quando avistava a casa do fim da rua um sorriso se abria, andava apressada e saltitante até aquela novidade-presente presente.
Tinha dias que a luz parecia cantar com ela, piscava, parava, se apagava e quando a menina já se ia, ela novamente se acendia.
Seu caminho nunca mais foi o mesmo.
Jamais a menina se perguntou o que havia acontecido e porque ganhara essa alegria em seu caminho.
A menina apenas sorria.
Num dia como outro, quando a menina chegava contente defronte a casa abandonada, a luz não se acendeu.
Ela se foi triste e esperou ansiosa pelo dia seguinte.
No outro dia a luz também não se acendeu e no outro também.
Após uma semana de tristeza, saudade e espera, eis que novamente a luz se acendeu.
E os olhos da menina brilharam, ela sorriu, pulou e resolveu cantar uma linda canção para que a luz nunca mais se apagasse. Mas ela se apagou. Por vários dias, por quase um mês.
A menina sofria, já não mais sorria, chorava todos os dias ao passar pela casa e não encontrar mais sua amiga luz.
Até que finalmente, mais uma vez ela se acendeu. Mais fraquinha, seu brilho já não encantava tanto. A menina, ressentida pela falta, já não mais cantou, apenas olhou, sorriu e deixou que seu coração se alegrasse em silêncio.
Passaram-se alguns meses desses encontros entre a luz e a menina, a luz demorava cada vez mais para se acender.
A menina, com o coração magoado e, sem entender o porquê, às vezes tinha raiva da luz, por diversas vezes mudou seu caminho para não lembrar daqueles dias felizes.
Parecia que a luz sabia desses sentimentos da menina pois, quando finalmente a menina já não olhava para o beiral, a luz se acendia forte e assim permanecia até que ela sumisse no final da rua.
Um dia a menina resolveu não mais esperar e mudou seu caminho para sempre. A luz nunca mais se acendeu e a menina nunca mais sorriu.
Vera Vilela
A menina passava sempre por ali – naquelas horas.
Já noite, escuro!
Numa noite dessas quaisquer o caminho se modificou, uma luz se acendeu no beiral do casarão abandonado e ela sorriu.
No dia seguinte, já esquecida do episódio, ela por ali passou e novamente a luz se acendeu. Parou, admirou, e sorriu. A luz piscou, estranha e curiosamente.
Continuou seu caminho feliz, pensando naquele encantamento de luz.
Durante vários dias ela brincou com a luz que, se acendia automaticamente naquela antes velha, triste e abandonada casa.
Quando avistava a casa do fim da rua um sorriso se abria, andava apressada e saltitante até aquela novidade-presente presente.
Tinha dias que a luz parecia cantar com ela, piscava, parava, se apagava e quando a menina já se ia, ela novamente se acendia.
Seu caminho nunca mais foi o mesmo.
Jamais a menina se perguntou o que havia acontecido e porque ganhara essa alegria em seu caminho.
A menina apenas sorria.
Num dia como outro, quando a menina chegava contente defronte a casa abandonada, a luz não se acendeu.
Ela se foi triste e esperou ansiosa pelo dia seguinte.
No outro dia a luz também não se acendeu e no outro também.
Após uma semana de tristeza, saudade e espera, eis que novamente a luz se acendeu.
E os olhos da menina brilharam, ela sorriu, pulou e resolveu cantar uma linda canção para que a luz nunca mais se apagasse. Mas ela se apagou. Por vários dias, por quase um mês.
A menina sofria, já não mais sorria, chorava todos os dias ao passar pela casa e não encontrar mais sua amiga luz.
Até que finalmente, mais uma vez ela se acendeu. Mais fraquinha, seu brilho já não encantava tanto. A menina, ressentida pela falta, já não mais cantou, apenas olhou, sorriu e deixou que seu coração se alegrasse em silêncio.
Passaram-se alguns meses desses encontros entre a luz e a menina, a luz demorava cada vez mais para se acender.
A menina, com o coração magoado e, sem entender o porquê, às vezes tinha raiva da luz, por diversas vezes mudou seu caminho para não lembrar daqueles dias felizes.
Parecia que a luz sabia desses sentimentos da menina pois, quando finalmente a menina já não olhava para o beiral, a luz se acendia forte e assim permanecia até que ela sumisse no final da rua.
Um dia a menina resolveu não mais esperar e mudou seu caminho para sempre. A luz nunca mais se acendeu e a menina nunca mais sorriu.
domingo, outubro 28
DOMINGO FELIZ

Hoje meu domingo foi espetacular!
Já que os filhos estavam fora de casa resolvi me divertir um pouco, arrumei a tralha e fui pescar, de novo sim...
O calor de hoje foi infernal em Bauru, lá no pesqueiro, embaixo das árvores, estava gostoso e fresquinho.
Peguei cada peixe enooooooooooooorme que não dá nem pra explicar, peguei tilápias (grandonas) peguei pacu (grandão), peguei um douradinho pequeno, mas peguei. Até um lambarizinho desavisado eu peguei.
Almocei na beira da água, nem saí de lá pra saborear um churrasquinho delicioso, e dá-lhe água gelada o tempo todo. Pescar assim é até covardia: cadeira, mesa, vara pronta, isca, rapazes servindo. Ô vida boa!
Tomei a precaução de ficar na sombra porque o Sol estava de rachar e não é que eu torrei mesmo na sombra? To parecendo um camarão... humpft!
Mais pro fim da tarde chegou uma família e ficaram ali ao meu lado, acabei fazendo amizade, gente legal à beça: pai, mãe, 2 filhas e o namorado de um delas. Como eu estava pegando muitos peixes naquele momento, logo o pai veio e começou lançar sua linha bem ao meu lado, fiquei então entre o pai e a mãe, ele pescando, ela fazendo bolinhas de isca pra mim e pra ele. Gente bacana mesmo, os jovens que estavam com eles também, gente muito boa. O sotaque do pai não nega, mineirin com certeza, são comerciantes não sei de que ramo, não dava muito tempo pra conversar, o negócio era pescar mesmo.
Assim foi meu domingo, cheguei tomei um banho, passei um gel pós-sol, comi um lanche e cá estou, cansaaaaaaaaaaaaada!
Já que os filhos estavam fora de casa resolvi me divertir um pouco, arrumei a tralha e fui pescar, de novo sim...
O calor de hoje foi infernal em Bauru, lá no pesqueiro, embaixo das árvores, estava gostoso e fresquinho.
Peguei cada peixe enooooooooooooorme que não dá nem pra explicar, peguei tilápias (grandonas) peguei pacu (grandão), peguei um douradinho pequeno, mas peguei. Até um lambarizinho desavisado eu peguei.
Almocei na beira da água, nem saí de lá pra saborear um churrasquinho delicioso, e dá-lhe água gelada o tempo todo. Pescar assim é até covardia: cadeira, mesa, vara pronta, isca, rapazes servindo. Ô vida boa!
Tomei a precaução de ficar na sombra porque o Sol estava de rachar e não é que eu torrei mesmo na sombra? To parecendo um camarão... humpft!
Mais pro fim da tarde chegou uma família e ficaram ali ao meu lado, acabei fazendo amizade, gente legal à beça: pai, mãe, 2 filhas e o namorado de um delas. Como eu estava pegando muitos peixes naquele momento, logo o pai veio e começou lançar sua linha bem ao meu lado, fiquei então entre o pai e a mãe, ele pescando, ela fazendo bolinhas de isca pra mim e pra ele. Gente bacana mesmo, os jovens que estavam com eles também, gente muito boa. O sotaque do pai não nega, mineirin com certeza, são comerciantes não sei de que ramo, não dava muito tempo pra conversar, o negócio era pescar mesmo.
Assim foi meu domingo, cheguei tomei um banho, passei um gel pós-sol, comi um lanche e cá estou, cansaaaaaaaaaaaaada!
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sexta-feira, outubro 26
INÍCIO DE MIM

Início de mim
Ah!
Eu quero mudar, lá no fundo.
Quero tudo novinho em folha.
Pensamentos, amores, toda a vida
Quero cantar, passear, pescar, sorrir
Quero brincar de viver
Chega de seriedade,
Chega de sinceridade,
Chega de saudade,
Chega de inércia.
Quero o que me é de direito.
Quero sentir o coração batendo forte,
Me tirando o fôlego, doendo o peito.
Quero acordar cedo, dormir tarde,
Quero andar descalça,
Quero comer doce de leite,
Sorvete, paçoca e quindim.
Quero o que quero pra mim.
Que seja tudo meu, de verdade, enfim!
E não me questione, não me critique
Este é somente o início de mim.
Vera Vilela
Ah!
Eu quero mudar, lá no fundo.
Quero tudo novinho em folha.
Pensamentos, amores, toda a vida
Quero cantar, passear, pescar, sorrir
Quero brincar de viver
Chega de seriedade,
Chega de sinceridade,
Chega de saudade,
Chega de inércia.
Quero o que me é de direito.
Quero sentir o coração batendo forte,
Me tirando o fôlego, doendo o peito.
Quero acordar cedo, dormir tarde,
Quero andar descalça,
Quero comer doce de leite,
Sorvete, paçoca e quindim.
Quero o que quero pra mim.
Que seja tudo meu, de verdade, enfim!
E não me questione, não me critique
Este é somente o início de mim.
Vera Vilela
26/10/2007 - 23:48
ONDE?
BASTA
DO ECO
quinta-feira, outubro 25
quarta-feira, outubro 24
A RAINHA DO LAR

Assim dizia a mãe de Veratustra:
"Você tem uma ótima casa, comida à vontade, filhos com saúde, passeios, não precisa se preocupar em pagar contas, é praticamente uma RAINHA DO LAR, reclama do que? Ainda quer ser feliz? Ainda quer carinho e atenção? Ainda quer ser bem tratada? Quer um marido compreensivo? Quer ter vida própria?
Oras bolas. Feche o bico e já pra cozinha!"
terça-feira, outubro 23
O MEU TEMPO

O meu tempo
Desejaria que o tempo passasse mais devagar para eu poder entender tudo o que me acontece.
Desejaria que o tempo fosse a brisa leve que sopra delicadamente minha face cansada de tantas ilusões.
Desejaria que o tempo tivesse a força de um furacão pra afastar de mim desejos tão impossíveis e inalcançáveis.
Desejaria que o tempo fosse minha vida e que regulasse o meu relógio conforme minha necessidade de viver.
Desejaria que o tempo voasse, ou parasse, mas que ele fizesse minha vida ter um sentido maior.
Desejaria que o tempo não existisse para que eu pudesse construí-lo em pequenas peças numeradas de um quebra-cabeça.
Desejaria que o tempo entendesse que o meu tempo interior tem pressa, mas, não quer comer cru.
Vera Vilela
AMIGOS PREMIADOS!

A foto acima é da amiga Angel, 1º lugar - Melhor Tatuagem de Costas da 11ª CONVENÇÃO INTERNACIONAL DO LED´S realizada em São Paulo-SP.
Abaixo o Casal Maravilha, as costas tatuada mais linda do Brasil e o artista responsável, seu marido.
PARABÉNS AOS DOIS! A ele pelo trabalho e à ela pela coragem e persistência, mesmo sentindo as dores que sentiu.
Abaixo o Casal Maravilha, as costas tatuada mais linda do Brasil e o artista responsável, seu marido.
PARABÉNS AOS DOIS! A ele pelo trabalho e à ela pela coragem e persistência, mesmo sentindo as dores que sentiu.

A equipe do Johnny Tattoo ganhou outros prêmios que vou postar depois aqui.
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GENIOSA

Observe bem essas fotos e me diga:
- Ela tem cara de geniosa?
É assim que ela se classifica. Como pode?
Somente alguém MUUUUUUUUUITO especial pra ficar com esse brilho perto dos animais.
- Ela tem cara de geniosa?
É assim que ela se classifica. Como pode?
Somente alguém MUUUUUUUUUITO especial pra ficar com esse brilho perto dos animais.
Ela os pega, aperta, beija, amassa...rs
Foi embora com uma tatuagem especial feita pela gatinha bebê da casa: a Dorinha.

VERA VILELA LALAIO
Meu nome de usuária no Windows era Vera Vilela, depois que Caio (filho dela) andou mexendo por aqui, passou a ser:
VERA VILELA LALAIO
Olha o culpado aqui, não adianta disfarçar:
Olha o culpado aqui, não adianta disfarçar:
MOMENTOS
domingo, outubro 21
CIÚMES É FOGO!
Eu ganhei um gatinho de porcelana lindo da Mariazinha, já tem um tempo. Quando fui com ela pra Embu das Artes comprei um maior para fazer par com ele.
Acontece que os gatos são muito parecidos com a minha gata Kadja (vejam na foto abaixo), acho que ela ficou com ciúmes e vivia deitada ao lado deles.
Como fiquei com medo que ela os quebrasse, eu desocupei o lugar que os gatos estavam pra ela poder deitar sossegada.
Acontece que ela foi se deitar do outro lado com os gatos e o pequeno, justo o que ganhei de presente, foi ao chão.
Buááááááááá
Acontece que os gatos são muito parecidos com a minha gata Kadja (vejam na foto abaixo), acho que ela ficou com ciúmes e vivia deitada ao lado deles.
Como fiquei com medo que ela os quebrasse, eu desocupei o lugar que os gatos estavam pra ela poder deitar sossegada.
Acontece que ela foi se deitar do outro lado com os gatos e o pequeno, justo o que ganhei de presente, foi ao chão.
Buááááááááá
sábado, outubro 20
DIA MUNDIAL DO POETA

Hoje é Dia Mundial do Poeta e Dia da Poesia, obrigada a todos que me mandaram e-mail e parabéns a todos aqueles que tentam transformar a vida em momentos poéticos.
O POETA E A POESIA
O poeta
A poesia
A carne
O espírito
O sorriso
A alegria
A palavra
O Verso
O canto
A música
A tristeza
A lágrima
O céu
A lua
A nuvem
A chuva
O amor
O beijo
O rio
O mar
A vida
A morte
O poeta
A poesia
A carne
O espírito
O sorriso
A alegria
A palavra
O Verso
O canto
A música
A tristeza
A lágrima
O céu
A lua
A nuvem
A chuva
O amor
O beijo
O rio
O mar
A vida
A morte
Vera Vilela
ANIVERSÁRIO DO GEBER
É HOJE! NOVA IDADE PARA O GÉBER ROMANO ACCIOLY!
Amigo para sempre!
Tudo de muito bom e de alegre meu amigo amado!
Vééééééééééééééééé

Myspace Happy Birthday Comments
Amigo para sempre!
Tudo de muito bom e de alegre meu amigo amado!
Vééééééééééééééééé

Myspace Happy Birthday Comments
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GÉBER ROMANO ACCIOLY
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