sábado, julho 7

HISTÓRIA DE FAMÍLIA


Estive hoje em Jaú, visitando um primo e sua família.
Conversa vai, conversa vem, ele me contou uma história sobre seu pai, meu tio Euzébio (ou Zébinho) já falecido.
Esse meu tio era daltônico e tem umas passagens muito engraçadas acontecidas com ele.
Certa vez um amigo seu o convidou para ir até uma cidade vizinha para ajudá-lo a escolher um carro.
Chegando no local mostrou o carro que estaria interessado e perguntou:
- E aí? O que você acha do carro? Da cor?
Meu tio não querendo dizer que era daltônico disse:
- É um carrão, muito bonito. Pode levar.
E o amigo voltou feliz para casa com seu novo carro. No caminho esse amigo confessa:
- Sabe Euzébio eu te chamei pra me ajudar porque eu sou daltônico, não queria contar.
Meu tio então respondeu:
- Eu também sou e não queria dizer.
E os dois então aguardaram até chegar em casa para alguém dizer finalmente que cor era o carro que compraram.
Era um verde abacate, mas um verde bem horroroso mesmo.
E esta história é verídica!

Um comentário:

Aristeu disse...

Eu já conheço um cara que não sente o cheiro das coisas, odores nenhuns são captados por suas narinas. Sabe o quê já aconteceu com ele, dentre outras? Comeu ovo podre, lógico que sentiu o gosto tardiamene, e já desfilou manchado de cocô de criança. Kkkkk